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FILE#3 - Design em Convulsão

Captura de ecrã 2019-06-06, às 16.47.41.

  Neste debate foi analisado a capacidade de adaptação do design desde o período do pós-guerra até hoje. Levantaram-se várias questões à cerca do modo como o design acompanha as grandes dinâmicas culturais que se unificam com um mundo constantemente em estado de agitação e mudança.

 Começou por ser salientada a importância da revolução industrial na Alemanha para o surgimento da atividade criativa e do ensino do design.

 Zoy Anastassakis salientou que hoje em dia estamos no pico do antropocentrismo e capitalismo, e que para existir evolução é necessário pensar como aqueles que ainda não esqueceram como é a vida fora do capitalismo. Uma das questões que colocou foi como conseguimos criar saídas para as armadilhas que o capitalismo impõe sobre o design dando exemplos das consequências que vários designers sofreram ao tentar ultrapassar estas armadilhas.

  Rui Afonso Santos critica o neoliberalismo em que vivemos, que considera ser uma ditadura subtil da qual as pessoas não se apercebem. Salienta que é fundamental repensar o design com um objetivo humanista. Além disso, destaca o início do século XXI acompanhado pelo surgimento da informação sem censura na internet, que tem os seus benefícios, mas que pode também ser usada como estratégia de manipulação de massas.

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