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Análises críticas

Análise do texto: Co–Design as a method (...) in a marginalized community in México.

Artigo onde é discutido o papel do design e como este pode contribuir para uma mudança social positiva e significativa no campo da educação. Algo que será feito apresentando os benefícios e desafios do uso de técnicas e ferramentas de co-design e Design for Social Change e referir como este resultado pode ser transformado em métodos de abordagem da educação infantil numa comunidade limitada do México. Co-design é referido pelos autores deste artigo como sendo um resultado da criatividade coletiva entre designers e pessoas não especializadas nessa área a trabalhar juntas no processo de desenvolvimento de design. Com este artigo, pretende-se perceber se o design pode ajudar como um método para abordar a educação, contribuir e melhorar estratégias e soluções que ajudem as crianças a desenvolver habilidades sociais, emocionais e cognitivas enquanto vivem em condições marginais.

Apesar de ser considerado importante melhorar a educação em todos os aspectos e idades, este caso foca-se na importância da educação infantil para crianças entre 0 e 6 anos.

O artigo está dividido em duas partes principais, embora haja uma relação entre elas. A primeira seção pretende dar ao leitor uma melhor compreensão do design social e das ferramentas e técnicas usadas para a implementação deste método. Posteriormente, são apresentados os benefícios e desafios da utilização de práticas de design no contexto de um país em desenvolvimento, como é neste caso específico o México. Foram analisados artigos de pesquisa feitos no campo a atuar, a fim de se conhecer e entender melhor experiência em estudo. 

A segunda parte apresenta os benefícios e desafios da implementação de co-design em comunidades marginalizadas, bem como o fortalecimento e envolvimento da comunidade como consequência da participação no processo de design.

Análise do texto: La ciudad Multicultural - Jordi Borja y Manuel Castells

Nos últimos anos do século XX, a globalização da economia e o aceleramento do processo de urbanização aumentaram a pluralidade étnica e cultural das cidades. Neste artigo é analisado o processo de formação da diversidade étnico-cultural e as consequências dessa diversidade para a gestão das cidades onde as tensões e conflitos interculturais, a construção de ambientes de convivência onde haja respeito pela diferença, fazem parte de alguns dos desafios mais importantes das sociedades.

A aceleração do processo de urbanização deve-se principalmente às migrações rurais para a urbe, causadas pela expulsão da mão de obra da agricultura que se está a modernizar.

Constatou-se neste artigo que os Estados Unidos e a Europa Ocidental são os locais onde a imigração é mais acentuada e onde há, consequentemente, um aumento da segregação social. Esta segregação social causa uma concentração espacial de minorias étnicas desfavorecidas que desenvolve os verdadeiros buracos negros na estrutura social urbana onde o aumento da criminalidade é uma das principais consequências. Este isolamento pode ser benéfico por afastar o crime e os problemas sociais do resto da cidade mas ao mesmo tempo a probabilidade das minorias serem vítimas de um crime aumenta dramaticamente.

Surgem assim também as populações flutuantes, que viajam à procura de melhores condições de vida, sem se fixarem num lugar só, e este fenómeno constitui uma nova realidade urbana para a qual as cidades ainda não têm resposta.

Numa reunião europeia feita em 1991 elaborada para discutir políticas municipais de integração multicultural, chegou-se à conclusão que só uma Europa verdadeiramente democrática capaz de realizar uma política de multiculturalismo pode ser um fator de estabilidade no mundo e pode efetivamente combater os desequilíbrios económicos que levam à emigração desordenada.

Devemos aceitar a realidade: as nossas sociedades sempre serão multiculturais e as cidades contam o mais alto nível de diversidade.

Análise do caso: WonderSphere

Nos últimos anos do século XX, a globalização da economia e o aceleramento do processo de urbanização aumentaram a pluralidade étnica e cultural das cidades. Neste artigo é analisado o processo de formação da diversidade étnico-cultural e as consequências dessa diversidade para a gestão das cidades onde as tensões e conflitos interculturais, a construção de ambientes de convivência onde haja respeito pela diferença, fazem parte de alguns dos desafios mais importantes das sociedades.

A aceleração do processo de urbanização deve-se principalmente às migrações rurais para a urbe, causadas pela expulsão da mão de obra da agricultura que se está a modernizar.

Constatou-se neste artigo que os Estados Unidos e a Europa Ocidental são os locais onde a imigração é mais acentuada e onde há, consequentemente, um aumento da segregação social. Esta segregação social causa uma concentração espacial de minorias étnicas desfavorecidas que desenvolve os verdadeiros buracos negros na estrutura social urbana onde o aumento da criminalidade é uma das principais consequências. Este isolamento pode ser benéfico por afastar o crime e os problemas sociais do resto da cidade mas ao mesmo tempo a probabilidade das minorias serem vítimas de um crime aumenta dramaticamente.

Surgem assim também as populações flutuantes, que viajam à procura de melhores condições de vida, sem se fixarem num lugar só, e este fenómeno constitui uma nova realidade urbana para a qual as cidades ainda não têm resposta.

Numa reunião europeia feita em 1991 elaborada para discutir políticas municipais de integração multicultural, chegou-se à conclusão que só uma Europa verdadeiramente democrática capaz de realizar uma política de multiculturalismo pode ser um fator de estabilidade no mundo e pode efetivamente combater os desequilíbrios económicos que levam à emigração desordenada.

Devemos aceitar a realidade: as nossas sociedades sempre serão multiculturais e as cidades contam o mais alto nível de diversidade.

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